Publicidade

Publicidade

Anuncie aqui!

Newsletter

Inscreva-se para receber a nossa Newsletter e se manter atualizado.

Compartilhe

Compartilhe

Compartilhe

Compartilhe

Buscar

Gastronomia - 4 a 10 de julho de 2014

  • Compartilhar
Quem passa na porta do Mes Amis, no sábado à tarde, fica tentado a conhecer o restaurante e foi exatamente isso que fizemos, no mês passado, aproveitando o voucher do Duo Gourmet – você pede um prato principal e ganha outro, de valor equivalente ou inferior. Sentamos em uma mesa com sofá no salão do primeiro andar, que é mais informal – no segundo, o serviço é francês. O ambiente é aconchegante e os garçons, muito educados.
De entrada, pedimos um ovo poché com pedacinhos de presunto de Parma, shitake e shimeji (R$ 28), que veio um pouco diferente do esperado. Na verdade eram dois ovos, ao invés de um, e eles estavam em cima de fatias de pão meio amolecidas. O conjunto estava bom, principalmente por conta dos cogumelos, mas não é imperdível.
O Mes Amis tem boas opções de massas, carnes e pescados. Para almoçar, pedimos um Risoto de frutos do mar com rúcula selvagem (R$ 72) e um Pappardelle à provençal (R$ 74). Como o restaurante estava vazio, não tivemos que esperar nem 30 minutos para os pratos ficarem prontos. O risoto chegou à mesa bem quentinho e surpreendeu pela consistência do arroz, o tempero e o sabor - uma delícia!
Para quem gosta de molho branco, o Pappardelle à provençal é uma boa opção – em que pese o fato de ser muito carregado de alho. As quantidades de camarão e lula estavam dentro da miséria de praxe dos restaurantes deste segmento – com o burburinho de quebra-quebra no setor, a expectativa é de que a coisa se torne cada vez mais rala. Apesar de ser um prato descomplicado, foi bem executado e apresentado.
Uma boa dica é o suco de morango com laranja (R$ 6,50), mas com preços muito altos – que nos inibiram de pedir um vinho  – a ida ao Mes Amis se limita a datas comemorativas. Leia outras resenhas no nosso blog: http://soabobrinha1.blogspot.com.br/
 
Restaurante do Porto tem promoção de vinhos e espumante
O Restaurante do Porto preparou uma promoção de vinhos e espumantes para aquecer os clientes. Durante todo o inverno, o espumante espanhol Cava Cristalino poderá ser adquirido por R$ 49. Para aqueles que preferem um bom vinho, vários rótulos estarão disponíveis pelo mesmo valor, com destaque para a linha chinela Terranoble e seus varietais Merlot, Cabernet Sauvignon e Carmenère. “Todos foram selecionados para combinar com os tradicionais pratos da casa e o típico bacalhau português”, conta o sócio do restaurante, Leonardo Duarte.
 
 
Belo Horizonte recebe Festival Cachaça Gourmet
Neste domingo, dia 6, Belo Horizonte recebe uma edição especial do Festival Cachaça Gourmet, evento que reúne cachaçarias de destaque de Minas Gerais e restaurantes do Mercado Distrital do Cruzeiro. A proposta é dar aos mineiros e aos turistas a oportunidade de conhecerem e degustarem 20 marcas de cachaça produzidas no Estado, além de drinques e pelo menos dez pratos contendo a bebida como ingrediente. A Festa da Cachaça, edição especial Copa do Mundo, acontece no próprio mercado distrital, das 12 às 22 horas.
 
Sizzling Flank Steak é uma das novidades do Applebee’s
O Applebee’s está com novidades em seu cardápio, a partir deste mês. O restaurante lançou uma deliciosa opção de entrada (Canoe Fries, com batatas crocantes por fora, cremosas por dentro e molho ‘chilli’, por R$ 21,50) e duas de pratos principais que vão fazer parte do cardápio a partir deste mês. O destaque fica por conta do Sizzling Flank Steak (R$ 46,50), fraldinha (250 g) ao estilo norte-americano, servida em um skillet fumegante, com arroz espanhol, cebola e cogumelos sauté. Para os amantes de peixe, outra opção é o Lemon White Fish (filé de peixe branco temperado com lemon pepper, por R$ 41,50).
 
VINHO SEM FRESCURA
 
A invasão dos Liebfraumilch, no início dos anos 90, rendeu uma imagem tão negativa ao vinho alemão que, até hoje, muita gente torce o nariz só de ver uma garrafa renana na prateleira. Razões para isso não faltam, afinal, a viticultura germânica - que nasceu pelas mãos dos romanos nos vales dos rios Mosela e Reno - atingiu seu apogeu no século 12, quando os cirtercienses fundaram o Mosteiro de Eberbach e a região do Rheingau se tornou o principal centro vinícola de toda a Europa.
Apenas para o leitor ter uma ideia, no século 16, os alemães tinham uma área cultivada com vinhas três vezes maior que a atual e o consumo per capita anual era quase cinco vezes superior ao de hoje. A verdade é que, depois de ser devastada por pragas e duas Guerras Mundiais, a viticultura alemã retomou seu caminho, nos anos 60, fazendo o fino do que não presta.
A mecanização e a criação de castas de uvas de maior rendimento proporcionaram uma explosão da produção vinícola na Alemanha, que chegou a alcançar um volume de mais de 10 milhões de hectolitros. Mas, sem uma classificação semelhante à francesa, a coisa degringolou e, só no final da década de 90, esforços individuais devolveram ao país sua reputação como produtor de vinhos de qualidade.
Hoje, há uma divisão em quatro categorias: Tafelwein (vinho de mesa), Landwein (vinho regional), Qualitätswein Bestimmer Anbaugebeite (Q. b. A.), que corresponde às indicações geográficas italiana e francesa, e Qualiätsweim mit Prädikat (Q. m. P.), correspondente às distinções Reserva e Gran Reserva. Os vinhos que recebem a chancela Q. m. P. ainda trazem as seguintes classificações:
Kabinett (seleção especial), Spätlese (referente à última colheita), Auslese (colheita selecionada), Beernauslese (colheita selecionada de videiras específicas) e Trockenbeeranauslese (colheita selecionada de uvas secas, para produção de vinhos doces). A coisa não só parece como é confusa e os produtores vivem é pé de guerra com os legisladores, porque nem eles entendem direito como essa metodologia deve ser aplicada.
O importante, para não comprar gato por lebre, é saber ler o rótulo de um vinho alemão e isso não é tão complicado: no alto, vem a marca do produtor; abaixo, o ano da safra, a uva (a Riesling responde por mais de 20% da produção), a classificação Q. m. P. (no caso, Spältlese), a origem (geográfica) e por aí vai. O mais importante é evitar, a todo custo, vinhos que não tenham a classificação Q. m. P.
Duas boas dicas são o Franz Künstler 2008 Riesling Kabinett Trocken Hochheimer Hölle (R$ 140), que hamoniza maravilhosamente com lagosta e ostras, e o Dr. Heger Vitus 2007 Spätburgunder (R$ 165), um varietal Pinot Noir que passa por 12 meses em barricas de carvalho francês - fresco e de muita personalidade. Não são opções tão em conta quanto a porcariada chilena que domina o mercado, mas vale a pena experimentar!

 

Comentários

Comentário cadastrado com sucesso. Aguardando aprovação.

Nenhum comentários cadastrado.

Publicidade

Compartilhe