Publicidade

Publicidade

Anuncie aqui!

Newsletter

Inscreva-se para receber a nossa Newsletter e se manter atualizado.

Compartilhe

Compartilhe

Compartilhe

Compartilhe

Buscar

Argo tem a missão de fazer Fiat retomar a liderança entre os hatchs

  • Compartilhar
A FCA, dona da marca Fiat, reage à altura contra a concorrência no segmento dos hatchs compactos – ainda dominado pelo Chevrolet Onix e Hyundai HB20 – e traz ao mercado o tão esperado Argo. Mesmo sendo fabricado em Betim, o modelo vai ser distribuído em toda a América do Sul e promete representar uma virada comercial no país.
Com a chegada do Argo, a Fiat põe fim dois produtos históricos da marca: o Palio e o Punto. Isso não significa que os clientes ficarão desguarnecidos, afinal, o Argo é o primeiro representante de uma família de veículos que vai desde o hatch – lançado agora – até uma pick-up, além de um sedã e quem sabe um SUV compacto.
O Argo representa ainda uma reviravolta da Fiat – estava demorando mesmo –, com o desenvolvimento de novos modelos que vão se juntar aos ainda novos Toro e Mobi.  
A montadora explica que o carro já nasce premium, porque reúne tudo que o consumidor deste segmento exige, como estilo, conforto, segurança, espaço, praticidade e – claro – conectividade. Porta-malas não é o forte, até porque se trata de um hatch, mas está dentro da média: 300 litros de capacidade.
O interessante é que o Argo chega para agradar todos os gostos e bolsos. São seis versões, com três opções de motor e câmbio, distribuídos nos seguintes preços sugeridos: Argo 1.0 Drive manual (R$ 46.800), Argo 1.3 Drive manual (R$ 53.900), Argo 1.3 Drive automatizado (R$ 58.900), Argo 1.8 Precision manual (R$ 61.800),  Argo 1.8 Precision automático (R$ 67.800), Argo 1.8 HGT manual (R$ 64.600), Argo 1.8 HGT automático (R$ 70.600) e, por fim, o Argo 1.8 Opening Edition Mopar (R$ 75.200). Este último tem produção limitada a mil unidades.
Como o Argo é de uma marca italiana, evidente que o design torna-se destaque. A FCA informa que, para o modelo, foi adotado o tema wrap around ou contornos envolventes. É o mesmo conceito que também está na pick-up Toro.
Seu capô é longo e volumoso, e os faróis bi-parábola, que invadem a lateral, têm guias de LED. Já a grade frontal possui desenho tridimensional. Para dar um aspecto de esportividade, os designers da FCA destacam a linha de cintura e a criação uma escultura dinâmica e atraente. Visto de traseira, o Argo enfatiza as lanternas com desenho fragmentado em “C”, apontando para o centro do logotipo. Já o para-choque esportivo dá um toque jovial e leve ao modelo.
Por dentro, as pitadas italianas continuam. O painel, em três camadas, possui elementos envolventes, tendo ao centro o sistema multimídia em uma tela de sete polegadas. Há uma faixa pintada que incorpora as três saídas de ar centrais na parte intermediária. Abaixo, fica o controle central que utiliza o conceito “tecla de piano”, com o objetivo de manter leveza e ergonomia.
A montadora ressalta a presença de entradas USB para quem vai na parte da frente e para quem viaja atrás. E explica que o volante traz elementos do universo das corridas, com “pega” mais leve e espessa, com lugar para apoio dos dedos polegares, além de uma base achatada.
A FCA acentua ainda no interior do Argo a presença de elementos bastante importantes para uma vida a bordo melhor.  Como o habitáculo com 2.806 litros de área com bom espaço para a cabeça e pernas; volante com ajustes de altura e profundidade; comandos no volante para selecionar estação de rádio ou controle do viva-voz do celular; central multimídia com sistema compatível para aplicativos da Apple e Android; quadro de instrumentos digital; e chave com sistema de travamento/destravamento através de sensores de presença; ar-condicionado automático e etc.
Os motores que equipam o Argo são conhecidos dos consumidores, pois já equipam outros modelos da marca. Os de cilindrada menor são da família Firefly, que estão no Uno. O 1.0 de três cilindros desenvolve 77 cv e 10,9 kgmf de torque com etanol. E o 1.3 de quatro cilindros gera 109 cv e 14,2 kgmf de torque, também com o combustível derivado na cana-de-açúcar. 
Já o motor 1.8 é da família E.TorQ, com 139 cv de potência, também abastecido com etanol. Quando abastecido com gasolina, todos os motores têm desempenho inferior, em contrapartida, bebem menos. O desempenho mais interessante é da versão HGT que atinge 192 km/h de velocidade máxima, segundo o fabricante. Ele acelera de 0 a 100 km/h em 9,2 segundos.
Também são três as opções de câmbio: manual de cinco marchas, GSR Comfort por botões (também com cinco velocidades) e automática de seis marchas. Comum a todos os tipos está a última marcha na função Overdrive, que promete diminuir consumo e nível de ruído.
Todos as versões do Argo vêm com o sistema Start&Stop, que desliga o motor automaticamente quando o carro está parado, para beneficiar o consumo de combustível.
Outros itens importante são os bancos com Isofix, que permite a melhor fixação de cadeiras infantis aos assentos traseiros; o controle eletrônico de estabilidade para garantir melhor estabilidade; controle de tração; e o assistente de partida em rampas, que a Fiat chama de Hill-Holder, capaz de impedir que o carro se desloque nas saídas em trechos íngremes, evitando colisões.
 
PLANOS OUSADOS
Os objetivos comerciais da FCA com o Argo são ousados. A expectativa da empresa é vender 35 mil unidades até o final do ano, o que significa uma média de 5 mil unidades por mês.
Este otimismo até faz sentido. É que a demanda por hatchs médios representa hoje 40% do mercado de automóveis e comerciais leves do país, com perspectiva de vendas de 830 mil unidades em 2017.
O Argo será exportado para a América Latina. Primeiramente, Argentina, Paraguai e Uruguai. Em seguida, irá para a maioria dos países da América do Sul e Central. Os volumes destas vendas, contudo, ainda estão sendo avaliados pela empresa.
 
FOTOS DIVULGAÇÃO JC/ESTÚDIO CERRI

Comentários

Comentário cadastrado com sucesso. Aguardando aprovação.

Nenhum comentários cadastrado.

Publicidade

Compartilhe