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Renault Captur 

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A Renault chama para a briga (no bom sentido, claro) outros utilitários esportivos e começa a vender no Brasil o Captur (pronuncia-se Cáptur), produzido no Complexo Ayrton Senna, a fábrica da marca francesa que fica nos arredores de Curitiba (PR). O modelo tem a mesma plataforma do Clio, mas concorre no segmento dos SUVsmédios, o mesmo onde buscam um lugar ao sol o Honda HRV, Jeep Renegade, Nissan Kicks, Ford Ecosport e Hyundai Creta.
Para apresentar seu novo veículo, a montadora preparou um clima com glamour e cultura, emespaço numa das regiões mais chiques de São Paulo,  que também abriga butiques e restaurantes suntuosos. Com o nome da La Maison Renault e 800 m2 de área, o espaço sedia até dia 12 de março o “Captur Experience”, estratégia para atrair futuros compradores que, além do SUV, poderão ver celebridades da TV, chefs de cozinha renomados e curtir uma programação cultural eclética.
Pelas suas características técnicas e design, o Captur realmente merece esta pompa. E seus futuros compradores também, afinal, terão de ter na conta bancária entre R$ 78.900 e R$ 91.390, preços sugeridos de lançamento.
Se em termos de design o Captur é novo para nós, sob o capô há aquele ar de “deja vu”. Afinal, são duas opções de motor já conhecidas: o recém-lançado 1.6 SCe, com câmbio manual de cinco marchas, e o 2.0 16V, apenas com transmissão automática.
O 1.6 16V SCe gera 120 cv de potência (com etanol) e 118 cv (com gasolina), e torques de 16,2 kgfm a 4.000 rpm (etanol ou gasolina). A Renault destaca que 90% do torque dele é oferecido a 2.000 rpm, o que favorece as retomadas de velocidade.
O motor mais potente da família é o 2.0 16V, com148 cv a 5.750 rpm (com etanol) e 143 cv a 5.750 rpm (gasolina). Neste caso, informa o fabricante, a disponibilidade de torque é de 20,9 kgfm a 4.000 rpm, quando abastecido com etanol, e 20,2 kgfm a 4.000 rpm com gasolina.
As duas versões possuem o sistema Energy SmartManagement (ESM) de regeneração de energia. Proveniente da F-1, a solução funciona da seguinte forma: durante a desaceleração do carro, quando o motorista retira o pé do acelerador, o motor continua girando sem consumir combustível. Então o alternador passa a recuperar energia e enviá-la para a bateria, que aumenta sua carga sem consumo de combustível. Durante a aceleração, o alternador não precisa captar a energia do motor para enviar à bateria, pois houve a carga na desaceleração.
Mas neste segmento dos SUVs, não importa apenas a motorização, a beleza é fundamental:neste quesito, o Captur espera abalar corações. O próprio chefe de design da Renault, Vincent Pedretti afirma que o design do modelo é um mixde elegância e linhas bem marcadas. “A pintura biton (duas tonalidades) garante um efeito harmônico e traz o grande barato da personalização. Além disso, o desenho do Capturreflete a nova identidade da marca”, disse tudo.
Luzes diurnas de LED em formato da letra “C” ao redor dos faróis de neblina fazem com que a grade inferior da dianteira fique mais alongada. Já o capô tem dois vincos que se destacam. A lateral, por sua vez, é mais elevada, mostrando mais as rodas aro 17 polegadas. 
Os LEDs também estão nas lanternas traseiras, aponteira do escapamento é cromada e há um friso cromado abaixo do porta-malas que percorre quase toda a extensão do para-choque. A ideia, com este artifício, é para realçar a largura do Captur.
A pintura externa pode ser personalizada, afinal, são 13 combinações de cores, incluindo 9combinações em biton, sendo que o teto do Captur pode ser preto ou marfim, enquanto acarroceria pode ser preta, branca, marrom, laranja, marfim, vermelha, prata ou cinza.
Por dentro, mais toques de beleza. Como o novo quadro de instrumentos que associa um velocímetro digital e displays em formato de meia-lua de cada lado, com o computador de bordo digital acima do conjunto. O acabamento interno pode ter dois tons, conforme a versão. 
Outro ponto a se enfatizar no interior do Captur é a sua posição de dirigir mais elevada – as mulheres adoram isso –, além dos bancos emformato de concha. Já seu porta-malas tem 437 litros de capacidade, nada mal para um SUV.
O Captur também segue a onda da conectividade, hoje tão importante quanto ar-condicionado, freios com ABS, trio elétrico e banco de couro, entre outros itens de conforto e segurança. Afinal, a turma quer mais conveniência.
O modelo possui o que a Renault chama de “Media Nav” e vale para todas as versões. Com até quatro cliques, o usuário acessa e configura qualquer funcionalidade da central multimídia, através da tela sensível ao toque de sete polegadas, que tem GPS integrado, Bluetooth, câmera de ré. Além disso, o sistema é integrado com o comando satélite que permite ao motorista acessar tudo sem tirar as mãos do volante.
 O SUV da Renault traz chave cartão que possibilita a ignição simplesmente com a presença dela no interior do veículo, enquanto aabertura/travamento das portas e do porta-malas acontece por aproximação ou afastamento, sem necessidade de tocar no cartão. 
Outros equipamentos importantes no Captur são o piloto automático, direção eletro-hidráulica,retrovisores laterais rebatíveis eletricamente, vidros elétricos nas quatro portas, ar-condicionado, velocímetro digital e sistema Isofixpara acoplamento mais seguro de cadeiras infantis.  FOTOS: DIVULGAÇÃO JC/RENAULt
 
Humberto Alves Pereira Filho viajou a São Paulo a convite da Renault

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